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Hospital da Mulher ganha prêmio dado pela Câmara dos Deputados

Hospital da Mulher ganha prêmio dado pela Câmara dos Deputados

Data de Publicação: 11 de junho de 2021 14:49:00

Premiação, concedida pela Câmara dos Deputados, é destinada a entidades de saúde governamentais e não governamentais.Foto:Maurício Bazilio.

 

 

Referência no atendimento especializado a gestantes e bebês em casos de média e alta complexidade, o Hospital Estadual da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, acaba de receber o Prêmio Dr. Pinotti – Hospital Amigo da Mulher. A premiação, concedida pela Câmara dos Deputados, é destinada a entidades de saúde governamentais e não governamentais cujos trabalhos e ações merecem destaque pela promoção do acesso e pela qualificação dos serviços de Saúde da Mulher.

Diretora da unidade, a médica Ana Teresa Derraik Barbosa falou sobre a importância do prêmio para a hospital.

- Um dos maiores méritos do hospital é que ele está exatamente onde deveria estar, na Baixada Fluminense, uma das regiões de maior densidade demográfica no mundo. Nossa presença aqui tem impactado na redução da mortalidade materna. Receber o Prêmio Dr. Pinotti foi uma alegria para toda a equipe do hospital. Justamente neste momento em que a Saúde passa por tantos desafios, receber esse prêmio nos encheu de orgulho e satisfação – ressaltou a diretora.

O Hospital da Mulher Heloneida Studart também possui o serviço SOS Mulher, que acolhe vítimas de violência a partir dos 12 anos de idade. Conta ainda com o espaço conhecido como “Casa da Mãe”, local no qual a puérpera fica hospedada durante a permanência de seu bebê na UTI, e com o Banco de Leite Humano, setor que faz captação interna e externamente, fornecendo leite ordenhado e pasteurizado aos recém-nascidos internos, promovendo, assim, orientação à amamentação individual ou em grupo.

Dica valiosa

“Se eu fosse você, corria para o Heloneida Studart”. Essa frase foi ouvida pela jovem Maria Isadora dos Santos Silva, 18 anos, ao tomar conhecimento de que teria de ser submetida a um parto emergencial para salvar a filha. A placenta dela não estava mais repassando os nutrientes que o bebê precisava.

- Eu estava com 36 semanas de gestação quando fui realizar uma ultrassonografia de rotina e o médico constatou que minha bebê estava com restrição de crescimento devido a um problema placentário. Fiquei muito assustada na hora, mas confiei no médico e fui direito para o Hospital da Mulher. Chegando lá, não tive mais dúvidas: estava em excelentes mãos. Agradeço a toda equipe do local. Minha filha ainda está internada aqui e estamos tendo o melhor atendimento possível – disse Maria Isadora.